Agressão a Renato Freitas: armação?
Leitor questiona agressão ao deputado do PT na manhã desta quarta-feira (20)
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
Leitor questiona agressão ao deputado do PT na manhã desta quarta-feira (20)
Agressão ao deputado Renato Freitas
A respeito da violência em via pública registrada no centro de Curitiba, acho que armaram pro deputado estadual Renato Freitas (PT), com certeza. Certamente, é um pelego pago para arquitetar essa provocação, ameaça e agressão. E tinha até pessoal filmando bem de perto. Agora, quem de nós, se for ameaçado e agredido, não vai revidar para legitimar a defesa? Qualquer um, segundo o Código Penal, tem essa prerrogativa de auto defesa, enquanto sua integridade física estiver vulnerável a quaisquer agressões, seja, de quem for. Que esse jovem parlamentar é perseguido por grupos da política de extrema direita, até o caramelo de rua sabe. É preciso, ser justo no que é causa legítima, e não usar de um gesto de defesa de um transloucado, como objeto político e eleitoreiro!
Célio Borba (aposentado) - Curitiba
Política ou competição de narrativas?
A política sempre foi entendida como acordos entre representantes do povo, para o melhor uso dos recursos públicos. No entanto, essa premissa está bastante fora do jogo. Temos visto uma ferrenha disputa de narrativas, em que cada emissor, sejam políticos, comentaristas, imprensa neutra ou tendenciosa e eleitores, etc, criam e defendem suas versões, ao seu bel prazer. Muitos com grande maestria, conseguem impor seus pontos de vista com grande convicção, que um desavisado ou mal informado deixa se levar com muita facilidade. Não que as narrativas não sejam necessárias, mas baseadas em dados confiáveis e coerentes. A grande proliferação de informações e a complexidade da vida moderna, deixa o cidadão sem saber para onde correr. Não estou falando das fake news, que também precisam ser combatidas. Mas de narrativas criadas, puxadas para um lado ou para outro, sem uma comprovação verdadeira, através de números, instituições oficiais e não oficiais, pesquisas confiáveis, cientistas e experts nas devidas áreas, etc. Ao contrário, permaneceremos vulneráveis a narrativas descabidas e tendenciosas, que nos levarão a caminhos ainda mais tortuosos. A população e as instituições, carecem de um levante em busca da verdade, resgatando filósofos da idade antiga. Doa a quem doer. Sob pena de continuarmos reféns de grupos, muitos dos quais visam unicamente o poder e seus interesses e ideologias, em detrimento de toda uma nação.
José Cezar Vidotti (economista) - Londrina
Primeiro ministro da Alemanha
Ficará para a história das COPs, a despedida do primeiro ministro da Alemanha, Frederick Mertz, a respeito de sua fala ao se despedir do Brasil. Reclamou do calor e das instalações! Com isso, fez uma pergunta aos jornalistas se iriam ficar mais uma semana, ninguém se levantou, mas ele foi embora. Isso deixou os políticos daqui todos ouriçados nas redes sociais. O presidente Lula, desesperado, disse que deveria ter ido comer o tacacá, açaí e ter ido dançar o carimbó. Nada aconteceu! Quem dançou mesmo foi o governo brasileiro que perdeu a doação de 1 bilhão de euros da Alemanha, um recorde mundial em economia para um país em 30 segundos no microfone ao vivo e em cores. Todos atiraram a pedra, porém não verão a cara da doação. Esse é o Brasil, que nada tem a apresentar na COP 30 a não ser as gafes dos governantes.
José Pedro Naisser (ecologista) - Curitiba





