Advogado rebate manifestações do presidente do STJ
PUBLICAÇÃO
sábado, 17 de novembro de 2018
FOLHA 70 anos
À Folha de Londrina, meus cumprimentos pelas sete décadas informando e registrando a história de nossa cidade e de nossa gente.
Elzo Carreri (secretário do Trabalho, Emprego e Renda) - Londrina
A figura do advogado
Lamentáveis as manifestações do presidente do STJ, João Otávio de Noronha que, em evento no TRF-2 (SP), afirmou que o novo CPC foi feito para dar honorários para advogados e que a OAB fez lobby pelo art. 85 (que fixa limites). Disse ele que há um movimento no Brasil para que o povo dê emprego ao advogado. Lamentável que um dos maiores tribunais das Américas tenha um presidente com esse sentimento, mesmo porque o referido ministro é da cota da OAB, ou seja: indicado pela entidade para ocupar cargo no STJ. Ele menospreza a profissão, necessária à Justiça e não o inverso; e que o advogado tem sua sobrevivência auferida pelos honorários fixados em tabela da OAB, não consistindo esses valores como proteção como quer ele, de forma infeliz, fazer crer. Se assim o for, também ministros estariam sob suspeita quando em causa própria sugerem valorização de seus cargos com inúmeros penduricalhos.
Carlos Henrique Schiefer (advogado) - Londrina
Rio Amazonas
O artigo "Água do rio Amazonas para abastecer o Brasil" (09/11), de Walmor Macarini, é um relato que impressiona e chama a atenção das autoridades maiores deste País. Preciosidade rara, dada por Deus ao homem, o Amazonas é rio que orgulha qualquer país e sua marca é mundial, causando inveja a centenas de países que gostariam de tê-lo a seu lado. Um desperdício total. Enquanto isso, o Nordeste brasileiro clama pela bendita água para irrigar terras que, num futuro próximo seriam boas para o cultivo da plantação, criação do gado e tantas culturas que serviriam para alimentar o mundo. Quiçá o novo presidente se lembre que é da terra que nascem os homens, e eles podem fazer muita coisa com a melhor terra do mundo. É só abrir a porteira que o homem cria. Parabéns, caro Macarini, seu artigo chega em boa hora.
Jorge Fregadolli (jornalista) - Maringá
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