A presença da FOLHA na voz das rádios
Menos uma opinião e mais uma auto-exaltação e a exaltação das emissoras paranaenses de rádio, o escrito de hoje deste espaço é mais de homenagem ao entrelaçamento que existe entre a FOLHA DE LONDRINA e estações desse centenário sistema de comunicação eletrônica. Reportagem publicada ontem neste Jornal - e que terá continuidade domingo - mostra como a FOLHA está presente no noticiário radiofônico. Porque, pela afirmação dos próprios radialistas, na região, a presença do jornal é imprescindível, pela cobertura que dá a assuntos do Paraná e que os programas noticiosos não dispensam. Os Jornais em geral também se valem de indicativos de notícias garimpadas pela gente de rádio. O Paraná tem 383 estações de rádio (208 AM e 175 FM) e é o segundo Estado do Brasil (depois de São Paulo) em número de unidades. Uma vantagem do rádio sobre a televisão - que chegou ao Brasil nos anos 50 - é que ele pode ser ouvido no automóvel e também no ambiente de muitas modalidades de trabalho, sem prejuízo do desempenho do serviço, e também porque alegra pela música e informa pelo noticiário. Usamos muito a FOLHA e o portal Bonde, afirma um dos radialistas. No geral, os militantes do rádio ouvidos fazem afirmação idêntica, e como a FOLHA DE LONDRINA chega diariamente a 303 municípios do Paraná, de segunda a domingo, e lá se vão 58 anos, é um veículo de notícias e outras informações que está sempre à mão, e desde o clarear do dia. E também o anúncio se insere aí, pois é sabido que o conteúdo publicitário do Jornal é também informação, porque revela a dinâmica dos negócios, desde a oferta dos produtos de mais baixo preço até bens de elevado custo. Há pessoas que lêem os anúncios classificados não necessariamente para comprar ou vender alguma coisa, mas para saber o que está sendo oferecido ali. Além do jornal impresso, nas ondas do rádio as notícias da FOLHA chegam aos ouvidos de praticamente todos os paranaenses
- escreve o jornalista Wilhan Santin, autor desta série de reportagens. Assim, o jornal decuplica seu alcance e intensifica sua função social, e o rádio passa a ser a um só tempo beneficiário mas igualmente difusor, e desse modo os dois sistemas são favorecidos e favorecem leitores e ouvintes. Pela captação e difusão da informação as pessoas vão formando seus próprios conceitos e opiniões. Ao sair do forno a FOLHA chega aos lares, aos escritórios, aos gabinetes governamentais, às bancas, às emissoras de rádio - objeto principal deste texto - e também singra os ares pelas asas da onda hertziana.





