A coragem de não ser atual: lições de Chesterton para o Brasil
Como cristão convicto, rogo a Deus que nos ilumine na hora de nosso voto
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
Como cristão convicto, rogo a Deus que nos ilumine na hora de nosso voto
Já passei algumas horas meditando as frases do grande escritor G. K. Chesterton, e hoje gostaria de compartilhar alguns desses pensamentos, acrescidos dos meus sentimentos.
“Só uma coisa morta segue a correnteza. É preciso estar vivo para contrariá-la.”
Acho, que às vezes, nos sentimos uma coisa morta, com medo de lutar e enfrentar um grande desastre que está para acontecer. Um medo compreensivo, para quem assistiu às arbitrariedades imputadas a quem tentou demonstrar sua insatisfação com a corrupção e o poderio das facções criminosas que comandam grande parte dos políticos de nossa nação.
“O verdadeiro soldado não combate porque odeia o que está na frente dele, mas porque ama o que está por trás dele.”
Nós temos muita coisa atrás de nós para pesar em nossas consciências: os ensinamentos de nossos antepassados, a honra, o conhecimento da história de outros grandes países, o amor à nossa liberdade. Já assistimos aos desastres ocorridos em países governados por genocidas, que com suas ideologias partidárias assassinaram mais pessoas que todas as guerras, bombas e pestes juntas, além da miséria em que deixaram a maioria da população. Não podemos cometer o mesmo erro. Neste ano nos será dada uma oportunidade de amenizarmos um pouco nossas angústias, caso consigamos eleger o maior número de políticos não comprometidos com negociatas que tanto prejudicam nosso País. Acho que nosso estado, o Paraná, é privilegiado. Temos um bom governador, um bom prefeito que trabalha com recursos escassos, mas com o pé no chão e sem populismo, e alguns deputados estaduais e federais que ainda honram nossos votos, enfrentando muitas vezes duras consequências. A eles nossa gratidão.
“Cada época é salva por um punhado de homens que têm a coragem de não serem atuais”.
Acredito que precisamos de homens honrados e de coragem para enfrentar toda essa máquina, já aparelhada, e formada por grande parte de políticos comprometidos com o sistema.
“Se Deus não existisse não haveria ateus”.
Por isso, como cristão convicto, rogo a Deus que nos ilumine na hora de nosso voto, para que possamos errar o mínimo possível, pois acredito que essa eleição será uma das mais importantes para definir o futuro do nosso Brasil.
Que Deus nos abençoe!
Afranio Eduardo Rossi Brandão (engenheiro civil) - Londrina





