A cidade fala| Lembranças das casas aeronáuticas
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quinta-feira, 19 de novembro de 2020
Equipe FOLHA 


Nas fotografias, tiradas em meados dos anos 60, estão os tios, madrinha, pais e avós de Laiana Bertolazi, 33, londrinense radicada em Cascais (Portugal) há mais de cinco anos. Há oito anos, ela recebeu a notificação para sair da casa da Aeronáutica, na qual sua família morou por mais de 45 anos.
"A primeira foto está o Gilberto Bertolazi (tio), Adoracy, irmã do meu avô, madrinha da minha tia Sueli Bertolazi, Lidya Moretto Bertolazi, minha avó, Marcílio Bertolazi, meu avô. Na outra o Renato Rosa, vizinho e o pai sargento Rosa, o Milton Jensen o pai era dono da Reta taxi aéreo, Loraine Bertolazi, minha madrinha e o Ivan Sérgio de Athayde Vicente deve ter sido em 64/65. O Ivan era neto de um pioneiro e dono do restaurante do aeroporto, o avô Ernani Lacerda de Athayde. Único vivos hoje das fotos até onde sei é minha tia Sueli Bertolazi, com 11 anos na época.

“Quando a Aeronáutica vendeu as casas nos deu três meses para sair. Minha mãe havia falecido e eu estava com um bebê e não consegui sair rápido. Fiquei por mais uns 8 meses, por que a casa veio de família, avô, meu pai e eu a última. Meu avô ingressou na carreira militar com 16 anos.”
Laiana Bertolazzi


