Na gestão municipal anterior à atual fiz uso deste espaço democrático da Folha de Londrina para alertar que os caminhões e máquinas que faziam obras e serviços no entorno do Lago Igapó 2 estavam danificando a calçada, visto que não existiam pontos definidos para esses acessos. Na condição de usuário dessa calçada levei alguns tropeços e vi outras pessoas tropeçarem. Além do tráfego de veículos, as raízes das árvores plantadas sobre as calçadas somam na danificação das mesmas. Esperamos que a gestão do Marcelo Belinati, que está refazendo essa calçada, tenha precaução para que a calçada seja preservada. Para isso é importante que se defina: pontos para entrada e saída de veículos; que procedam as retiradas dos elevados eucaliptos que viabilizam a insegurança das pessoas e veículos e por não serem árvores apropriadas para o local; a restauração da atual pista e implantação de novas pistas de caminhadas e de bicicletas entre o lago e a calçada para que tenhamos de volta mais uma pista de rolamento tão necessária e importante pelo alto volume de tráfego nesse local. Por fim, lembramos que as pistas de rolamentos são para uso dos veículos e as pistas de caminhadas para uso das pessoas.

Adoniro Prieto Mathias (contabilista) - Londrina

O futuro da humanidade

Depois da Primeira Guerra Mundial, o notável escritor Eric Hobsbawm anotou que os homens deveriam ser mais solidários e menos bárbaros. De nada adiantou, e veio a Segunda Guerra Mundial, pior do que a primeira, devastando quase todos os países do mundo. Agora, nós temos uma catástrofe inimaginável, da qual ainda não sabemos qual o tamanho da desordem e do caos social que será produzido. Ao invés das nações se solidarizarem umas com as outras, ajudando-se mutuamente, não, cada uma lidou e continua lidando com a crise do seu jeito. No Brasil temos várias crises: social, política, econômica, junto com uma pandemia incalculável. Não adianta a revolta, daqueles que não aceitam a situação, temos o dever de procurar as melhores saídas. Ou nós todos começamos uma nova realidade, onde caibam todos, onde todas as atividades sejam boas para todos, ou isso tudo que está acontecendo é o começo do fim. Estamos na era do ressentimento, como diz Luiz Felipe Ponde, quando parte considerável das pessoas pensam e sentem ódio, querendo a desforra. Entretanto, as palavras de Jesus Cristo (amai-vos uns aos outros), ainda ressoam nos ouvidos de muitos, porém não querem aceitar o que o mestre revelou. Até o meio ambiente e os animais estão melhores, mais folgados, parecem que querem nos dizer: parem com tudo o que foi feito até agora, isso não vai dar certo. O mundo pertence a todos, não pode haver racismo, homicídio, tortura, ganância e tantos outros ódios entre vocês, vamos todos juntos cuidar da nossa casa e dividir o que temos.

Servio Borges da Silva (advogado) Londrina

MEMÓRIA

15 de junho de 2015

Mulher dá à luz com ovário congelado na adolescência

Uma mulher de 27 anos tornou- se a primeira a dar à luz após reimplantar tecido de um ovário removido e congelado quando ela era adolescente. A preservação do tecido ovariano foi uma medida preventiva contra um tratamento que poderia deixá-la - e, de fato, deixou - infértil. Nascida na República do Congo, ela foi diagnosticada com anemia falciforme aos 5 anos de idade. Aos 11, mudou- se para a Bélgica, onde vive até hoje. O sucesso do tratamento da paciente, que pediu para não ser identificada, foi relatado na revista científica “Human Reproduction”, publicada na semana passada. Os autores afirmam no artigo que a abordagem já tinha se mostrado bem-sucedida em pacientes adultas.

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