A mais ambi­ci­osa aber­tura das Olim­pí­a­das na his­tó­ria supe­rou inú­me­ras difi­cul­da­des logís­ti­cas, ame­a­ças ter­ro­ris­tas e até a sabo­ta­gem do sis­tema fer­ro­vi­á­rio do país horas antes de seu iní­cio. Mas foi a chuva, irre­gu­lar, insis­tente e incle­mente que estra­gou a festa em Paris.

Um espe­tá­culo des­cons­tru­ído, em que a tra­di­ci­o­nal sequên­cia festa, des­file de atle­tas, hino e dis­curso, receita de bolo de mui­tas Olim­pí­a­das, foi com­ple­ta­mente per­ver­tido.

Pelo Sena, a pro­me­tida parada náu­tica com atle­tas de 206 dele­ga­ções se deu sem gran­des trans­tor­nos, pon­tu­a­dos por espe­tá­cu­los que fala­vam de sécu­los de França por 6 km de rio. Lady Gaga, Aya Naka­mura, os Mini­ons e até dan­ça­ri­nas do Mou­lin apa­re­ciam em apre­sen­ta­ções às mar­gens do Sena e em pon­tos turís­ti­cos conhe­ci­dos da capi­tal fran­cesa, como o museu do Lou­vre e Grand Palais.

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