- Ensinar que os direitos são iguais para todos.

- Ensinar que existem outras pessoas no mundo.

- Fazer com que a criança compreenda que seus direitos acabam onde começam o direito dos outros.

- Dizer sim sempre que possível e não sempre que necessário.

- Só dizer não aos filhos quando tiver uma razão concreta.

- Mostrar que muitas coisas podem ser feitas e outras não podem.

- Fazer a criança ver o mundo com uma conotação social (conviver) e não apenas psicológica (o meu desejo e o meu prazer são as únicas coisas que contam).

- Ensinar a tolerar pequenas frustrações no presente para que, no futuro, os problemas possam ser superados com equilíbrio e maturidade.

- Desenvolver a capacidade de adiar satisfação, para continuar a lutar, sem desistir, diante de frustrações.

- Evitar que as crianças cresçam achando que todos no mundo têm de satisfazer seus mínimos desejos.

- Saber discernir entre o que é uma necessidade das crianças e o que é apenas um desejo.

- Ensinar que cada direito corresponde a um dever e, principalmente dar o exemplo.



(*)Segundo Tânia Zagury

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