Chavantes - A ideia recorrente de que a superabundância de água poderia de alguma forma baratear o custo de energia na prática não se confirma. Segundo o gerente adjunto do Centro de Operação da Duke Energy, Marcos Antonio Galera, é necessário lembrar que o sistema de energia elétrica é integrado e distribuído de forma geral no território nacional. "No momento, estamos tendo um maior fluxo de chuvas nas regiões Sul e Sudeste, mas nas outras regiões isso não acontece e o sistema integrado visa equilibrar essas demanda e, de certa forma, dividir esses custos", afirma.
De acordo com ele, o ideal para reduzir os custos da energia a médio e longo prazos seria investir em fontes alternativas de energia, como eólica, solar e nuclear, já que hoje o País depende em quase 70% da energia hidráulica. "O potencial de construção de usinas hidrelétricas no Brasil já está praticamente esgotado e a demanda será cada vez maior", avalia. (A.P.N.)

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