''Com um alqueire de café, uma família vive'', diz Sebastião Vitor da Silva. Ele já teve dois alqueires com a cultura e hoje produz em dois mil metros quadrados na zona urbana de Terra Nova, distrito de São Jerônimo da Serra. De 560 pés no quintal de Sebastião, o café evolui para 300 mil na Fazenda Lagoa Grande, que mantém oito famílias de porcenteiros, além de contratar trabalhadores extras.

Em São Jerônimo da Serra, a área em produção ainda é inferior aos 1.560 hectares plantados, e a valorização se deve ao equilíbrio com a procura e à qualidade e organização: a máquina ambulante da Associação dos Agricultores beneficia o café nas propriedades e o coloca limpo no saco. A expectativa é de que o preço para 2012 seja de R$ 500 por saca beneficiada. A próxima safra, conforme a previsão, será ajustada aos volumes de exportação (30 milhões de sacas) e ao consumo interno (20 milhões), praticamente sem sobras. Leia mais na matéria de Widson Schwartz.

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