Segunda reclamação em um mês
Esta é a segunda vez em um mês que a Fanorpi enfrenta problemas com estudantes e fica em evidência no noticiário regional. A primeira aconteceu no final de janeiro.
A Fanorpi, que é uma faculdade particular, foi adquirida no final do ano passado pela União das Instituições de Ensino Superior Privada (Uniesp), que tem sede em São Paulo.
Uma das primeira medidas dos novos donos foi adotar uma tabela de preços já utilizada em outras instituições de ensino superior do grupo. Os estudantes reclamaram que, em alguns casos, a nova tabela corrigiu os preços das mensalidades em mais de 100%.
A nova diretora da Fanorpi, professora Graça Zurlo, disse que o assunto ganhou uma proporção ''fora do comum'' por causa da concorrência desleal, que não houve reajustes de 100% e que a faculdade iria resolver o problema individualmente, aluno por aluno. ''São apenas cinco ou seis alunos que estão fazendo todo esse tumulto'', afirmou na época.
Procon
Alguns estudantes entraram na coordenadoria do Procon em Santo Antônio da Platina contra os valores das mensalidades, mas a direção da Fanorpi fez uma negociação direta com os estudantes, que desistiram da ação.
Há também o caso da estudante Letícia Mariano, de Fartura, no interior de São Paulo, que fez a matrícula no curso de moda, desistiu da faculdade e agora quer o valor pago (R$ 310) de volta. Letícia diz que, por causa desta ação no Procon, seus documentos ficaram retidos na faculdade.





