Região vai ganhar curso de Tecnólogo em Café
Ribeirão Claro - Na mesma reunião da Amunorpi em Ribeirão Claro foram discutidos outros três assuntos de interesse regional. No primeiro deles, o deputado federal Abelardo Lupion (DEM) anunciou a liberação de R$ 500 mil do governo federal para a criação do curso de Tecnólogo em Café no Instituto Federal Tecnológico em Jacarezinho. Segundo ele, o curso irá contribuir com o desenvolvimento da cafeicultura na região. A verba havia sido prometida durante uma feira do café realizada no final do ano passado em Jacarezinho.
O consultor Odemir Capello, do Sebrae de Jacarezinho, diz que o curso tem por objetivo formar técnicos para melhorar a qualidade do produto na região, que é reconhecida internacionalmente. Segundo ele, o curso será ministrado na modalidade de ensino a distância. Para isso, serão instaladas 10 ou 12 telessalas em cidades polo da região. O objetivo é formar cerca de 300 técnicos a cada dois anos.
Os prefeitos também foram informados sobre o agendamento de uma reunião com o governo do Estado para discutir um projeto de asfalto para a PR-436, que liga a cidade de Ribeirão do Pinhal à BR-153, perto de Ibaiti. O asfaltamento da rodovia é uma antiga reivindicação dos prefeitos porque iria facilitar o escoamento da produção agropecuária e das olarias próximas, além de encurtar a distância entre alguns municípios do Norte Pioneiro e a capital. A reunião ficou marcada para o dia 6 de agosto, às 10 horas, na sede do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).
E o deputado estadual Pedro Lupion (DEM), por sua vez, disse que entrou em contato com a Companhia Paranaense de Energia (Copel) para obter informações sobre a usina termoelétrica de Figueira, que estaria correndo o risco de ser desativada se não passar por um processo de modernização. O deputado disse que a Copel assumiu o compromisso de adotar novas tecnologias na usina, o que iria proporcionar o aumento da capacidade de geração de energia elétrica com o uso de uma quantidade menor de carvão mineral.
A exploração do carvão é a principal fonte de geração de renda em Figueira e uma possível desativação da usina poderia comprometer toda a economia local. A termoelétrica tem 10 megawatts (MW) de potência, o suficiente para abastecer uma cidade de 30 mil habitantes. (E.A.)





