A ci­da­de de No­va Amé­ri­ca da Co­li­na tem um ótimo motivo pa­ra co­me­mo­rar ­seus 51 anos de eman­ci­pa­ção po­lí­ti­ca, no pró­xi­mo dia 25: o mu­ni­cí­pio con­se­guiu um avan­ço ex­pres­si­vo no Ín­di­ce de De­sen­vol­vi­men­to do En­si­no Bá­si­co (­Ideb), in­di­ca­dor do Mi­nis­té­rio da Edu­ca­ção que ava­lia, com notas entre 0 e 10, a qua­li­da­de do en­si­no pú­bli­co do ­país.

Em 2005, quan­do o ín­di­ce co­me­çou a ser apli­ca­do, No­va Amé­ri­ca da Co­li­na con­quis­tou uma po­si­ção na­da con­for­tá­vel: fi­cou en­tre as 10 pio­res ci­da­des do ­país no ran­king ofi­cial. Foi, por coin­ci­dên­cia, o pri­mei­ro ano de man­da­to do ­atual pre­fei­to, Al­ces­te Iwa­na­ga de San­ta­na (PTB), ree­lei­to em 2008. De ime­dia­to, ele ­quis mu­dar a cons­tran­ge­do­ra rea­li­da­de, mas se es­bar­rou em ou­tro pro­ble­ma: a fal­ta de re­cur­sos. Saiba mais na matéria de Eli Araújo.

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