Processo de automação começou pelas caldeiras
Antes da automação, a operacionalidade da Usiban era totalmente manual, com controle visual através de instrumentos analógicos, como manômetros, termometros e hidrometros. Atualmente, além do controle visual analógico, os sistemas são monitorados por programas especializados no setor, em modernos computadores.
Toda a operação no sistema de produção, como pressão, temperatura, vazão e destinação, são monitorados e controlados pelo sistema informatizado. ''Como a evolução na informática é constante, muitos equipamentos estão superados e necessitando de programas avançados que deveremos instalar até a próxima safra'', garante Guin Filho.
Funcionários da Usiban participam periodicamente de feiras de informática e de cursos de atualização. ''A automação da Usiban é acompanhada pela evolução tecnológica, fator importante na manutenção de todos os sistemas já informatizados'', explicou.
O processo de automação começou nas caldeiras. Foram utilizados cerca de 35 mil metros de cabos entre as quatro caldeiras, localizadas num espaço de apenas 100 metros. Em cada caldeira há 70 pontos de informações oriundas dos motores, pressão e temperatura e outros equipamentos que compõem o complexo. Em seguida, a indústria de açúcar e posteriormente as moendas da usina, que hoje estão 100% automatizadas. A destilaria foi o setor que mais recebeu investimentos na informatização. Ao completar esta safra, a Usiban terá 90% de todo o seu parque automatizado. (M.A.B)





