Paraná e São Paulo acertaram um convênio para restaurar a ponte Alves de Lima, que liga os municípios de Ribeirão Claro e Chavantes, na divisa dos dois estados. A ponte pênsil, uma das poucas ainda existentes no Brasil, já foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Turístico de São Paulo (Condephat) e, mais recentemente, pelo Conselho do Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná.
A história da ponte começa no início da década de 90, depois de muitas batalhas e destruições. Em 1930, durante a Revolução, as forças favoráveis ao governo de Vargas dinamitaram as torres da ponte, destruindo totalmente o trecho entre os dois apoios da ponte pênsil. Somente em 1934, depois da revolução, a Diretoria de Obras Públicas decidiu aproveitar a parte não destruída, projetando uma nova ponte pênsil. Foi a única solução possível devido à profundidade do canal do leito do rio, em rocha, e da velocidade das águas.
A notícia do convênio para a recuperação da Ponte Luíz Alves já foi comunicada ao prefeito de Ribeirão Claro, Mário Augusto Pereira, que comemorou a iniciativa para recuperar um marco histórico e arquitetônico do país.

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