O empresário José Manoel de Carvalho já deu entrada com processo do IAP para fazer as adequações ambientais necessárias em seu estabelecimento e acredita que toda a documentação esteja regularizada em dois meses.
O posto está instalado há 18 anos em uma área de 24 mil metros quadrados às margens da PR 272, em Pinhalão, a 180 quilômetros de Londrina. São comercializados cerca de 150 mil litros de combustíveis por mês. A previsão do empresário é investir em torno de R$ 150 mil na reforma.
Ele sugere que os donos de postos em ''débito'' com o IAP regularizem a situação o mais rápido possível. ''Hoje em dia, ou a gente trabalha certo ou sai do ramo'', sentencia.
Independente de cumprir a obrigação legal, o empresário diz que sempre teve preocupação com a natureza, o que pode ser comprovado com o plantio de flores e árvores nas proximidades do posto. ''A gente precisa trabalhar com respeito ao meio ambiente se quisermos que os nossos netos conheçam árvores e rios'', argumenta.
Já o empresário Ricardo Barig Merheb, de Santo Antonio do Paraíso, está entre os donos de postos que ainda não tomaram nenhuma providência para cumprir a resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente.
O motivo citado por ele é a indisponibilidade de tempo. ''Não tem nada nos impedindo, é só a falta de tempo mesmo'', explica. Ele ficou interessado em saber quando o IAP vai iniciar a fiscalização e qual o custo das mudanças. Merheb diz que pretende regularizar a situação, só não sabe quando. (E.A.)

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