Na contramão da Justiça
A impressão que temos é que cada ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pertence a um partido político. Cada um com seu ponto de vista, com respeito à Constituição, como se fosse a Bíblia, quando é interpretada por dirigentes das diversas religiões: cada um puxando o fogo para a sua "sardinha". Como se não bastasse a derrapada do ministro Ricardo Lewandowski, quando do julgamento da então presidente Dilma Rousseff, fatiando o resultado. Agora, vemos o ministro Gilmar Mendes permitindo que três fichas sujas tomem posse. Aliás, candidaturas essas que jamais poderiam ser liberadas. Num momento em que se busca a justiça, antes de tudo, para que tenhamos uma administração decente, em todos os aspectos. Uma nação sedenta de justiça e nos deparamos com decisões tendenciosas, como se não estivessem nem aí para a ânsia do povo brasileiro. Vereadores de Foz do Iguaçu saíram da cadeia para tomar posse e, na sequência, tiveram de voltar para a gaiola; prefeito de Osasco, mais dois terços da Câmara de Vereadores, presos, também por falcatruas, e, assim por diante. Um país que poderia ser o melhor do mundo, em todos os aspectos; sendo assaltado, vergonhosamente, por aqueles que deveriam ser os guardiões das nossas riquezas!
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) – Londrina

Criminalidade
Acredito que para resolver o problema da criminalidade em nosso País temos que primeiro modificar o Código Penal, deixando a lei mais severa e acabar com privilégios como regressão penal, prisão domiciliar, indultos, etc. E outra coisa que deve ser feita: mudar o conceito da educação fundamental, com a criação de um currículo que ensine as crianças as noções básicas de civismo (ensinar respeitar as leis, os mais velhos, as autoridades, etc.). Pois se os professores tiverem autoridade de educar as crianças e serem respeitados pelos alunos, essas crianças irão ajudar a educar os adultos. Para isso, é preciso preparar os professores e dar-lhes condições dignas de trabalho. Assim, a longo prazo, a sociedade brasileira terá condições de melhorar e a criminalidade será reduzida. Se continuarmos no atual rumo, não teremos mais lugar para colocar tantos criminosos.
TOCHITANE MITSI (gerente de restaurante) – Londrina

Impunidade e desigualdade social
Depois de muitos anos votando sem aprender, parece que a cada dia nosso País cai um pouco mais neste poço sem uma luz no final. Entra e sai governo, tudo parece piorar em todos segmentos: insegurança, falta saúde e educação. As leis que prometem 100 anos de prisão, todavia, beneficiam o criminoso de colarinho sujo e, principalmente, o de colarinho branco que logo sai da prisão para cumprir pena em casa em alguma ilha comprada com o dinheiro desviado. Diante da impunidade e fraqueza desta nossa democracia cabe uma pergunta: para quem serve esta tal democracia? Para o povo pobre e humilde que trabalha arduamente de sol a sol garanto que não, afinal este entra apenas com o dinheiro para pagar a conta dessa abismal desigualdade social que, como o poço, a cada dia aumenta mais e mais sem uma luz para se chegar.
MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo)- Alvorada do Sul

Sercomtel Iluminação responde
Em atenção ao leitor Florisvaldo Campanha (Opinião, 1/2) sobre o atendimento do 0800 da Sercomtel Iluminação, a empresa informa que foram realizados testes para verificar o problema apontado pelo leitor e foi constatado que o atendimento está sendo realizado normalmente. A Sercomtel Iluminação disponibiliza diferentes canais para o registro de solicitações de manutenção, como o 0800-400-4343, o aplicativo da Sercomtel Iluminação ou pelo site www.sercomteliluminacao.com.br."
ASSESSORIA DE IMPRENSA DA SERCOMTEL ILUMINAÇÃO

Correção
Diferentemente do publicado na "Recicladores pedem mais investimentos" (Cidades 1/2), a Cooper Região possui 184 cooperados e três barracões.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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