O Norte Pioneiro tem potencial para se desenvolver do ponto de vista econômico, mas isto não vai acontecer por acaso, ou seja, o desenvolvimento precisa ser ''induzido''. A conclusão é do economista Fernando Antonio Sorgi, da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp). Para o professor, a indução passa necessariamente pela universidade, a quem cabe elaborar projetos em parceria com a iniciativa privada, a sociedade civil e órgãos governamentais. Sorgi aponta que a região tem possibilidade de se transformar em um polo ''agrobiotécnico'', aproveitando o potencial agrícola já existente.

A Uenp acredita que um projeto de desenvolvimento é necessário e está disposta a participar da iniciativa em parceria com o setor empresarial e os órgãos de governo. Sorgi explica que a região precisa ter um objetivo claro do que deseja em termos de desenvolvimento para reverter um processo crônico de estagnação. Ele avalia que, com a indução, seria possível transformar o Norte Pioneiro em um polo ''agrobiotécnico''. Saiba como na reportagem de Eli Araújo.

mockup