A Associação dos catadores de reciclável já ganhou a confiança de boa parte da comunidade, que enxergam no projeto a possibilidade de uma cidade mais limpa, de bem com o meio ambiente, além da oferta de emprego a uma parcela dos moradores.
A dona de casa Joana Dutra afirma ter gostado tanto da ideia que hoje, além de separar corretamente o reciclável, procura lavar bem os recipientes antes de colocá-los na sacola. ''É muito bom, antes nós não separávamos o lixo e hoje podemos ajudar quem está precisando de serviço deixando a cidade mais limpa.''
A diarista Andréia Rossolen também elogia o trabalho dos catadores e defende os benefícios que o serviço traz para a cidade. ''Separar o lixo não é difícil e com a gente colaborando tudo fica melhor.''
Já a professora Simone Maciel acredita que embora o projeto tenha surtido efeito junto à boa parte da comunidade ainda há o que melhorar. Para ela, campanhas de conscientização fariam com que um maior número de moradores aderissem à coleta seletiva. ''Nem todo mundo separa, eu mesmo não faço isso todos os dias. Era preciso cobrar mais a participação dos próprios moradores e um método seria começar pelas escolas'', argumenta. (V.F.)

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