Desenvolvimento genético é tradição na região
Os núcleos Simental e Nelore deram início à tradição genética na região a partir da década de 70, com os criadores desenvolvendo a aprimoramento genético através de cruzamentos e acasalamentos de animais. A investigação e a profissionalização foram intensificados nas décadas seguintes. A qualidade da produção atual compete com os centros norte-americanos e europeus.
De acordo com os produtores, o primeiro modelo de criação pecuária foi a utilização convencional dos reprodutores. Esta prática assegurava ao proprietário a possibilidade de uma cria anual. Na década de 70 os produtores optaram por um novo sistema de reprodução com o início da utilização da inseminação artificial para garantir a qualidade dos animais. O procedimento permitia o aprimoramento genético dos animais, mas não afetava a quantidade de crias de um animal no ano.
Nos anos 80 os pecuaristas locais aderiram à técnica da transferência de embriões. Este método permite a melhoria na qualidade dos animais e aumenta o número de animais produzidos. A técnica permite ao pecuarista que obtenha até 20 crias durante um ano por animal. O desenvolvimento das fazendas locais tem se aperfeiçoado com a adoção do método da bipartição de embriões. Na década de 90 o aprimoramento se intensificou com a ampliação da divisão embrionária e com técnicas inovadoras como a clonagem. (B.T.)





