Aos 30 ­anos de ida­de, ca­sa­do, o li­ba­nês Jo­sé Jor­ge Che­did se es­ta­be­le­ceu com açou­gue em Cam­ba­rá e lo­go as­su­miu o car­go de de­le­ga­do de po­lí­cia. Em 1924, foi ser bal­sei­ro no Pa­ra­na­pa­ne­ma, de dia ma­no­bran­do uma bal­sa do ma­jor Bar­bo­sa Fer­raz e à noi­te, uma pe­que­na e pró­pria.

Entre mudanças e novas oportunidades de trabalho, o melhor negócio para Chedid viria entre 1930 e 31 e o traria até Londrina em 1934. Saiba mais na reportagem de Widson Schwartz sobre a história do libanês que poderia ter ido para Índia, mas resolveu ficar em Londrina.

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