de Moscou


France PresseÚltima apariçãoO último ato público de Boris Yeltsin foi realizado segunda-feira, quando recebeu membros da Otan no Kremlin

O quadro de saúde do presidente da Rússia, Boris Yeltsin, que passou três dias de cama por causa de um ‘‘forte resfriado’’, piorou na noite de terça-feira, com o aparecimento de sintomas de pneumonia. O presidente estava com gripe e febre ligeira desde segunda-feira, o que o levou a cancelar todos os compromissos de sua agenda. Mas no fim do dia de ontem, sob recomendação médica, ele foi levado para a Clínica Central de Moscou com ‘‘sinais de pneumonia’’, segundo informou a televisão russa, citando um comunicado do Kremlin.
A decisão de hospitalizar Yeltsin foi adotada pelos médicos depois de um exame de rotina feito na própria casa de campo do presidente, perto de Moscou. ‘‘Segundo os médicos, surgiram os primeiros sinais de pneumonia’’, indicou o Kremlin, para explicar a decisão de internar Yeltsin, que há dois meses sofreu uma cirugia para implante de cinco pontes coronárias e havia começado a trabalhar pouco depois do Natal.

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