O vulcão Mayon continuava expulsando rios de lava e pedras, ontem, o que indica que poderá ocorrer uma grande erupção em breve, segundo os especialistas. Mais de 44.000 pessoas se viram obrigadas a deixar a zona nos últimos dias devido à atividade deste vulcão, que se encontra no centro das Filipinas.
No entanto, as autoridades temem que as populações evacuadas decidam voltar devido à aparência externa de calma relativa do perigoso vulcão.
‘‘Ainda existe um elevado nível de atividade. A lava continua sendo expelida e flui para as ladeiras’’, advertiu o especialista Eduardo Laguerta, que trabalha para o Governo.
Os tremores fizeram com que grandes rochas se desprendessem da cúpula do vulcão e caíssem ladeira abaixo, segundo a defesa civil.
O nível de alerta mais elevado, grau cinco, continua vigente, impedindo que as pessoas se aproximem de uma zona de 8 km ao redor do vulcão.
Uma inspeção aérea do Mayon, que tem 2.467 metros de altura, observou que uma coluna de fumaça cinza continuava saindo da cratera e que havia sinais de novas expulsões de lava em um dos lados da montanha.
Os vulcanólogos deverão controlar o Mayon durante pelo menos duas semanas antes de determinar que ele está se acalmando, acrescentou o especialista.
Tragédia no NepalTrinta e seis pessoas morreram no Nepal em um deslizamento de terra provocado pela chuva, anunciou ontem o vice-premier do país. No povoado de Satyadevi, 55 km a oeste de Katmandu, foram encontrados 36 corpos após o deslizamento, que aconteceu quarta-feira à noite, declarou Ram Chandra Paudel, vice-premier e ministro do Interior. Segundo a imprensa, o número de mortos pode subir para 60.

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