Lima Subiu para dois o número de mortos no Peru, em choques entre manifestantes e a polícia em Puno (sudeste) no segnndo dia da entrada em vigor do estado de emergência no país, confirmou à AFP Issac Manzaneda, diretor do hospital regional dessa cidade. Segundo os médicos, os corpos das duas vítimas, os estudantes Tedy Quilca Cruz e Omar Saravia Quispe, apresentavam perfurações a bala no abdômen e no tórax.
As mortes ocorreram durante violentos confrontos nas proximidades da Universidade de Altiplano, em Puno, 1.200 km a sudeste de Lima.
Há algumas pessoas com ferimentos graves, somando 21, no hospital regional, declarado em 'alerta vermelho' para o atendimento. Mas o número ainda é provisório. Outras fontes indicam um total de 59 feridos, entre civis, soldados e policiais, em choques entre manifestantes e a polícia em Puno.
Segundo a parlamentar Paulina Arpasi, do partido Peru Possível, o número de mortes pode chegar a quatro.
Mortes no Equador Mais de trinta índios Taegueri morreram durante um confronto com a tribo Huaorani na província de Pastaza, na área amazônica do Equador, informou ontem a polícia, que não precisou as possíveis causas da matança.
''Mais de trinta índios da comunidade Taegueri foram exterminados por elementos huaoranis, do Tiguino, cujo chefe foi identificado como Omene Ima'', afirma um comunicado da polícia entregue à AFP.
O texto acrescenta que o guerreiro citado (Ima) ''foi visto exibindo a cabeça de um velho guerreiro'' e que ''as mulheres e crianças vitimadas aumentaram o balanço, estimado inicialmente em 30''.

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