Vetada lei que condena gays a prisão perpétua
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sábado, 18 de janeiro de 2014
Folhapress 
São Paulo - O presidente de Uganda, Yoweri Museveni, vetou ontem uma lei aprovada pelo Parlamento no mês passado que poderia condenar os homossexuais à prisão perpétua. A medida foi rejeitada após forte pressão da comunidade internacional. A lei, aprovada em 20 de dezembro, previa a prisão perpétua para quem fosse flagrado pela segunda vez em um ato homossexual, assim como para as relações nas quais um dos integrantes fosse menor de idade ou portador do vírus da aids. Também era previsto o banimento da "promoção" de direitos dos homossexuais e punição a quem "financia", "patrocina" ou "estimula" a homossexualidade.
Segundo o porta-voz da Presidência, Tamale Mirudi, o recuo não se deve às pressões internacionais. "Não é por causa de um suposto lobby. Ninguém influenciou o presidente", acrescentou. Para o mandatário, os gays são "pessoas doentes", mas que não devem ser mortos ou ficar presos por toda a vida.


