Veículo em que Lady Di morreu tinha problemas
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segunda-feira, 27 de julho de 1998
France Presse 
Os freios do automóvel de marca Mercedes no qual a princesa Diana morreu, em 31 de agosto do ano passado, em Paris, tinham problemas, informou uma testemunha recentemente interrogada pelo juiz de instrução Hervé Stephan, encarregado da investigação, informou ontem uma fonte ligada ao expediente.
Olivier Lafaye, motorista habitual do carro que pertencia à sociedade parisiense Etoiles Limousine, que trabalhava para o hotel Ritz, disse em especial ao juiz que às vezes uma luz acendia no painel do carro, informando um problema nos freios.
Segundo Lafaye, que foi dispensado da Etoile Limousine antes de seu depoimento, os funcionários da empresa pediram que ele não freasse muito bruscamente o carro porque ele desviava a traseira.
Ao comentar a indicação do painel, os funcionários explicaram que, segundo os técnicos da Mercedes, ocorria devido a uma bolha de ar no sistema de freios, mas que este não era um problema importante.
Segundo o depoimento, o motorista do Ritz, Henri Paul, que também morreu no acidente, não deveria assumir o volante deste carro que nunca havia dirigido antes. Uma investigação completa do Mercedes está em andamento mas o resultado só será divulgado em setembro.


