Vaticano volta a defender liberdade religiosa na China
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 21 de outubro de 1997
France Press Cidade do Vaticano 
A agência católica Fides declarou ontem que se o encontro entre o presidente chinês Jiang Zemin e o presidente norte-americano Bill Clinton ocorrer sem que se ponha luz sobre os direitos religiosos na China, ela fará com que se espere pouco do mundo, já que a paz não pode existir sem Justiça e liberdade.
Esta agência, órgão da Congregação vaticana para a evangelização dos povos, acusa o livro branco sobre as práticas religiosas na China, publicado esta semana em Pequim, de não ser mais que um panfleto publicitário, utilizado nas vésperas da visita do presidente Jiang Zemin aos Estados Unidos, do próximo 26 a 2 de novembro.
O documento da Fides acrescenta informações sobre a perseguição aos católicos fiéis a Roma e lembra que três bispos e vários sacerdotes e religiosos foram presos recentemente, ao mesmo tempo em que outros desapareceram ou vivem escondidos por medo de serem presos.


