Vaticano nega que
chefe da guarda
morto era espião
Reuters
O porta-voz do Vaticano, Joaquín Navarro-Valls, desmentiu ontem a informação publicada pelo jornal alemão ‘‘Berliner Kurier’’ de que o comandante da Guarda Suíça Alois Estermann, assassinado esta semana, era um espião da Stasi. Segundo o jornal, o oficial suíço ocultava-se sob o pseudônimo de ‘‘Werner’’ e trabalhou de 1981 a 1984 para a polícia secreta da antiga República Democrática Alemã.
Estermann e sua mulher, Gladyz Romero, foram assassinados pelo suboficial Cedric Tornay na segunda-feira. O Vaticano disse esta semana que o suboficial Cedric Tornay, de 23 anos, havia matado Estermann e a mulher dele em um ‘‘acesso de loucura’’, por ter sido preterido a uma condecoração na guarda, suicidando-se em seguida.

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