São Paulo - O Vaticano e a Liga Árabe juntaram-se ontem às diversas autoridades mundiais que criticaram os planos do pastor evangélico americano Terry Jones de queimar cópias do Alcorão - o livro sagrado do Islã - durante um protesto aos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.
O plano seria uma ''grave ofensa contra um livro considerado sagrado por uma comunidade religiosa'', advertiu o Vaticano. Já para o chefe do grupo das nações árabes, Amr Musa, o líder deve ser classificado como um ''fanático''.

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