O representante do governo colombiano na mesa de negociações de paz, Fabio Valencia, anunciou ontem que continuará conversando com a guerrilha, apesar do sequestro de anteontem de seu irmão, Guillermo León Valencia. Valencia não descartou, entretanto, a possibilidade de que o sequestro de seu irmão, de 42 anos, fora executado por ordem de Carlos Castaño, chefe dos grupos paramilitares, em represália ao fato de ele ter declarado recentemente na Espanha que a guerrilha não é narcotraficante.

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