Montevidéu Mais da metade da população do Uruguai que recorre a hospitais e policlínicas públicas ficarão por quatro dias sem assistência, devido à greve de 96 horas de médicos e empregados do Ministério de Saúde Pública (MSP), informaram porta-vozes sindicais.
As autoridades das organizações sindicais anteciparam que durante a paralisação de 96 horas por melhores salários, será mantido um serviço de atendimento de emergência e de casos de enfermidades crônicas.
O presidente do Sindicato Médico do Uruguai (MU), Marcelo Carámbula, assegurou que a situação de mais de 4.000 profissionais que prestam serviços ao MSP é ''insustentável''.

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