Caracas Efetivos da Guarda Nacional (GN) lançaram bombas de gás lacrimogêneo para dispersar dezenas que pessoas diante da sede da empresa estatal de petróleo PDVSA, leste de Caracas. A manifestação tinha como objetivo apoiar a greve geral na Venezuela.
A oposição venezuelana iniciou uma greve de protesto segunda-feira contra o governo de Hugo Chávez, convocada pelo presidente da Confederação de Trabalhadores da Venezuela (CTV), Carlos Ortega.
Segunda-feira à noite, um grande panelaço movimentou especialmente os bairros residenciais de Caracas e o interior da Venezuela. O panelaço também teve grande adesão nas regiões centro-leste e sudeste da capital, e nas cidades do interior, como Valencia (100 km a oeste de Caracas) e Maracaibo (500 km a oeste).
O manifestação foi acompanhada pelo refrão ''vai, vai, vai'' e pelo acionar das buzinas dos carros, nas avenidas de Caracas.
Denúncia Jornalistas das TVs de Caracas denunciaram agressões, ontem, por agentes da Guarda Nacional, encarregados da repressão à manifestação na praça de Chuao, leste de Caracas, onde fica a sede da empresa de petróleo PDVSA. Um técnico do canal CMT, José Antonio Dávila, teve um ferimento na altura do pescoço e contou que ele e o repórter foram atacados quando pediram explicações sobre a repressão com bombas de gás lacrimogêneo.

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