São Paulo - Uma dança molecular que mais parece uma quadrilha deu ontem o Prêmio Nobel em Química para um trio de pesquisadores, um francês e dois americanos. O balé de átomos desvendado pelos três está permitindo a criação rápida de um batalhão de moléculas inovadoras, úteis em áreas que vão dos plásticos à indústria farmacêutica.
Entre os especialistas, a dança de moléculas elucidada pelo francês Yves Chauvin, 74 anos, e aperfeiçoada pelos americanos Richard Schrock, 60, e Robert Grubbs, 63, atende pelo nome de metátese (algo como ''troca de lugares'', em grego).

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