O furacão Katrina, que se abateu sobre Nova Orleans na semana passada com ventos de 233 km/h, deixou mais de um 1 milhão de pessoas nos Estados da Louisiana, Mississippi e Alabama sem energia elétrica e várias estradas ficaram submersas, devido às severas enchentes causadas pelas tempestades.
De acordo com informações de seguradoras, a passagem do Katrina custará aos Estados Unidos cerca de US$ 25 bilhões. Folhas de metal foram arrancadas do teto do estádio Superdome, criando dois grandes e visíveis buracos. As pessoas foram removidas de um setor a outro da gigantesca arena (que tem capacidade para 75 mil pessoas) para que não sejam atingidas pela água.
Equipes de emergência tiveram que resgatar centenas de pessoas que ficaram presas nos telhados das suas casas em Nova Orleans (Louisiana), após a passagem do Katrina. A maior parte da cidade ficou alagada, e a água chegou a mais de seis metros de altura em algumas áreas.

Mais de 20 países, de aliados como Alemanha e Japão, à tensa Venezuela e à pobre Honduras, já ofereceram aos Estados Unidos ajuda para lidarem com as consequências do Furacão Katrina.

Para ser formar, um furacão precisa de grandes quantidades de ar quente e úmido, em regiões oceânicas tropicais. Quando sobe, o ar quente faz com que o vapor d’água nele se condense. O processo faz com que o ar aquecido se eleve ainda mais.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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