Milhares de enfermeiras e outros trabalhadores paralisaram suas tarefas em oito hospitais de Seul, somando-se a uma greve nacional, que já havia atingido duas companhias aéreas e as indústrias química e metalúrgica. O governo classificou de ilegais as greves e ameaçou tomar ações severas. Ontem, munidos de ordens de prisão, promotores afirmaram que estavam prontos para deter 14 dirigentes sindicais da Korean Air. De acordo com os organizadores da greve nos hospitais, cerca de 3.200 enfermeiras, empregados e auxiliares deixaram seus postos em oito hospitais. Eles acrescentaram que até o dia 20 outros 7 mil se somarão ao movimento.

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