Tommy é suspeito em outros casos
Tommy é o mais jovem dos seis filhos de Suharto. Ele tornou-se extremamente rico durante a ditadura de 32 anos de seu pai, que terminou em 1998 em meio a distúrbios e caos político.
Até se casar em 1997, Tommy tinha a fama de ser um playboy apaixonado por carros velozes.
Ele há muito tem sido implicado em obscuras aventuras empresariais, incluindo um fracassado projeto de um carro nacional que custou aos cofres públicos indonésios bilhões de dólares em isenção de impostos antes que entrasse em colapso pouco depois da renúncia de Suharto.
Em outubro de 1999, Tommy foi processado por suborno num caso relacionado com um negócio fundiário o primeiro processo contra um membro da ex-família governante. Tomy foi absolvido de todas as acusações.
Em 4 de julho, uma bomba danificou o escritório do procurador-geral logo depois que procuradores questionaram Tommy sobre interesses empresariais de seu pai.
Em março, um tiro de fuzil foi disparado na janela do Parlamento da Indonésia enquanto legisladores questionavam Tommy em conexão com alegações de que ele se apropriou indevidamente de US$ 400 milhões de fazendeiros de cravo-da-índia.
Enquanto no poder, Suharto concedeu a Tommy o monopólio multimilionário de comercialização de cravo-da-índia.





