Nova York - Uma médica morreu e outras cinco pessoas foram feridas com gravidade em um tiroteio nesta sexta-feira (30) em um hospital do bairro de Bronx, informou o prefeito de Nova York, Bill de Blasio. O autor dos disparos, um médico que havia trabalhado no hospital, se suicidou, acrescentou Di Blasio, sem dar informações sobre os motivos do ataque. De acordo com o prefeito, uma médica morreu baleada por causa dos disparos.

O tiroteio começou pouco antes das 15h do horário local (16h em Brasília) no Bronx-Lebanon Hospital, um grande centro médico com mais de 1.000 leitos situado em um dos setores mais frequentados deste distrito do norte da cidade de Nova York.

Segundo fontes policiais, o autor do ataque havia se escondido em uma sala do 17º andar do hospital, onde posteriormente foi encontrado morto. Os agentes encontraram nesse mesmo andar o corpo da médica. "Graças a Deus não se trata de um ato de terrorismo, mas parece um incidente ligado a uma questão de trabalho", disse Di Blasio.

Uma grávida que estava no hospital para fazer exames de rotina descreveu as cenas de pânico: "Escutamos que havia alguém fazendo disparos. Houve pânico, todo mundo tinha muito medo", explicou a jovem, que se identificou como Maya.

O último tiroteio registrado nos Estados Unidos foi em 14 de junho nos arredores de Washington, onde um homem atirou com um rifle contra um grupo de parlamentares conservadores que treinavam para uma partida de beisebol beneficente. Um influente legislador do Partido Republicano, Steve Scalise, foi gravemente ferido no ataque.

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