Terroristas ameaçam matar jornalista
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2006
France Presse 
Nova York - A sorte da jornalista americana Jill Carroll, de 28 anos, sequestrada no Iraque desde o último dia 7, vem sendo motivo de preocupação crescente, que se concretiza em vários apelos por sua libertação, à medida que se aproxima o fim do prazo dado pelos sequestradores para matá-la.
Em mensagem transmitida à rede de TV Al-Jazeera e acompanhada por um vídeo da jornalista no cativeiro, os sequestradores ameaçaram terça-feira matá-la em três dias se os Estados Unidos não libertarem todas as mulheres presas no país árabe.
A mensagem fez com que a família da jornalista divulgasse um comunicado pedindo clemência às Brigadas da Vingança, grupo até então desconhecido que reivindicou a autoria do sequestro. O texto foi divulgado na página na internet do jornal ''Christian Science Monitor'', de Boston, com o qual a jornalista colaborava.
''Jill é uma pessoa amável, cujo amor pelo Iraque e os iraquianos é manifestado em seus artigos'', continua o comunicado, pedindo que permitam a ela ''voltar para casa, para junto da mãe, da irmã e da família''.
O porta-voz do Departamento de Estado americano, Sean McCormack, disse que o governo está fazendo ''todos os esforços'' para conseguir a libertação de Jill. O Christian Science Monitor somou-se aos apelos, ao afirmar que os sequestradores capturaram ''uma pessoa inocente''.


