TERRORISMO - EUA matam o número 1 da Al-Qaeda no Iraque
O líder da rede terrorista Al-Qaeda no Iraque, Abu Musab al Zarqawi foi morto na quinta-feira passada em um ataque aéreo perto de Baquba. Ele estava vivo quando soldados americanos entraram em seu esconderijo, após o bombardeio feito por aviões caças F16. Segundo o porta-voz do Exército americano, William Caldwell, o líder terrorista balbuciou algumas palavras para policiais iraquianos, os primeiros a entrar no local. De acordo com o Exército, dois aviões F16 lançaram uma bomba de 227 quilos sobre o esconderijo. Em seguida, eles se certificaram de que haviam acertado o alvo e lançaram outra bomba no mesmo lugar. A identificação de Al Zarqawi foi feita por meio de suas digitais, de seu rosto e de suas cicatrizes. Outros dados sobre Al Zarqawi teriam sido fornecidos por iraquianos que vivem na região de Baquba, e por membros das forças especiais dos EUA, que seguiam a pista de Abdel al Rahman, conselheiro espiritual de Al Zarqawi.
Suas ações típicas incluem assassinatos, seqüestros, explosões de bombas, matanças indiscriminadas, raptos, linchamentos. A intenção mais comum do terrorismo é causar um estado de medo na população ou em setores específicos da população, com o objetivo de provocar no inimigo (ou em seu governo) uma mudança de comportamento.
São os desenhos formados pelas papilas (elevações da pele), presentes na palma da mão e na planta dos pés. Usado a mais de mil anos como forma de identificação de pessoas, sabemos hoje que as impressões digitais são únicas, sendo diferentes inclusive entre gêmeos univitelinos. A impressão digital é formada no feto e acompanha a pessoa pela vida toda, sem apresentar grande mudanças. Apresenta pontos característicos e formações que permitem a um perito humano (papiloscopista) identificar uma pessoa de forma bastante confiável. Tal comparação é também feita por sistemas computadorizados.
O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.





