WashingtonUm marine (fuzileiro naval) norte-americano foi morto e outro ferido ontem quando faziam exercícios de treinamento, declarou uma fonte da Defesa dos EUA. Segundo o funcionário da defesa, que pediu para não ser identificado, um fuzileiro morreu depois de ficar gravemente ferido no pescoço e no abdomen. O outro militar sofreu ferimentos no braço e estava fora de perigo. Duas pessoas dispararam contra os militares e foram mortas, anunciou o Pentágono.
TerrorismoO ataque de ontem contra dois fuzileiros navais dos Estados Unidos que faziam manobras no norte do Kuwait foi um atentado terrorista cometido por dois cidadãos kuwaitianos, informaram fontes oficiais do emirado. Os terroristas pertencem à família kuwaitiana ''Al-Qandari'', que tem três membros detidos na base norte-americana de Guantánamo, em Cuba, explicou o Governo kuwaitiano. A Kuna, agência oficial de notícias kuwaitiana, acrescentou que os agressores ''foram identificados como Ahmad Adel Al Qandari, de 21 anos, e Yassim Hamad Salem Al Hajri, de 26 anos''. Os dois também morreram no ataque, enquanto um dos marines ficou ferido, informou o Pentágono em Washington.
Os dois fuzileiros faziam parte das tropas dos Estados Unidos que desde 1º de outubro realizam manobras militares na ilha de Falaki, norte do Kuwait, perto da fronteira com o Iraque.
Até o momento não são conhecidos mais detalhes sobre como e quando aconteceu o tiroteio, que desde o princípio esteve rodeado de confusão e caráter secreto.
InspeçãoO Iraque anunciou por meio de sua imprensa oficial que os inspetores de desarmamento da ONU retornarão a Bagdá no dia 19, conforme o estipulado nas negociações em Viena. O anúncio foi feito pelo chefe da delegação iraquiana, o general Hussam Mohamed Ameen, que disse à revista ''Al Rafidain'' que ''desde as negociações (da capital austríaca) não recebemos nenhuma notificação em contrário''.
Esta declaração coincide com as consultas no Conselho de Segurança da ONU para a eventual aprovação de uma nova resolução que amplie as inspeções estipuladas pelas Nações Unidas e Iraque em Viena.
O projeto para essa nova resolução foi apresentado pelos EUA.

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