PARIS - Rebeldes fundamentalistas argelinos ameaçaram o governo da Argélia com uma onda de ataques terroristas, um dia depois da explosão de dois carros-bomba no país, que provocaram a morte de 20 pessoas e feriram pelo menos 111. As explosões aconteceram com intervalo de algumas horas na capital Argel e e na cidade de Ain-Fakroun, a 380 km a leste da capital. As autoridades argelinas acusaram grupos integristas pelos atentados.
De acordo com o jornal argelino Al Khabar, a primeira explosão aconteceu no centro capital, numa área muito próxima à principal universidade do país e a um bar frequentado por estudantes, provocando a morte de 13 pessoas e deixando outras 100 feridas. Terça-feira, as agências internacionais de notícias publicaram que pelo menos 6 pessoas haviam morrido e 40 se ferido no atentado, que ainda destruiu 5 carros e 1 ônibus.
O segundo carro-bomba foi detonado horas depois em Ain-Fakroun, cidade da província de Bouaghi, provocando a morte de 7 pessoas e deixando 11 feridas. De acordo com informações divulgadas pelas forças de segurança do país ao jornal El Watan, pelo menos 17 artefatos explosivos e carros-bomba foram desarmados por peritos em uma semana na capital e nas cidades em torno.

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