A última pista deixada pelo empresário curitibano Marcos Luszcynski, de 32 anos, após escalar a montanha Mont Blanc, na fronteira entre a França e a Itália, foi no dia 7 de novembro em um abrigo. ‘‘Estou vivendo momentos mágicos. Agradeço ao meu Deus.’’
O recado foi deixado em Guter, o local mais próximo do cume do Mont Blanc, que tem 4.807 metros. Nesta época do ano, a temperatura chega a 20ºC negativos e os ventos, a quase 150 km/h.
O empresário aproveitou uma viagem a uma feira de equipamentos na Alemanha para escalar o pico. Ele deveria ter retornado da Europa no último dia 17, mas não apareceu.
Patrícia dos Santos, sócia de Luszcynski na empresa Altiseg, de equipamentos e normas de segurança industrial em Curitiba, disse que encontrou no computador de Luszcynski, na empresa, todo detalhamento do seu projeto de escalar o Mont Blanc. Ontem, o irmão do alpinista Roberto Luszcynski viajou para a França para ajudar nas buscas realizadas na montanha.

O termo se popularizou como sinônimo de montanhismo, sem o ser a rigor, já que se trata da palavra que nomeia o montanhismo praticado nos Alpes. O berço dessa atividade é a Cordilheira dos Alpes, na Europa.

É uma das grandezas que medem o estado da matéria (outras são a pressão, densidade, etc.). Quando um pedaço de matéria (corpo) troca calor com o ambiente, geralmente muda sua temperatura. A temperatura provoca, por exemplo, sensação de quente e frio, aumento ou diminuição do tamanho, além da emissão de radiação dos corpos.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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