Colombo O primeiro-ministro do Sri Lanka, Ranil Wickremesinghe, se comprometeu ontem, ao regressar dos Estados Unidos, a reabrir o Parlamento, fechado pela presidenta Chandrika Kumaratunga, enquanto esta última desistiu de promulgar o estado de emergência.
''Vou fazer o necessário para que o Parlamente retome suas funções de imediato a fim de continuar o processo de paz'' com os rebeldes tâmis, declarou Wickremesinghe à imprensa.
''O Parlamento é o ponto central do processo de paz e, com seu fechamento, não podemos continuar este processo'', acrescentou, estimando que as conversações destinadas a buscar uma solução para o conflito com os separatistas, que deixou mais de 60.000 mortos em 20 anos, estavam ameaçadas.
A dirigente destituiu na terça-feira passada três importantes ministros e fechou o Parlamento.

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