Sonia Ghandi quer encabeçar governo
France PresseSonia Ghandi tenta formar uma nova coalizãoSonia Ghandi quer
encabeçar governo
Dois dias depois da queda do governo encabeçado pelo primeiro-ministro Atal Behari Vajpayee, Sonia Gandhi confirmou ontem que vai tentar liderar o novo governo indiano, em uma aliança política cujos contornos ainda não estão definidos. Sim, isso é o que farei, disse Gandhi, segundo a agência local PTI. A confirmação da viúva do ex-premier Rajiv Gandhi chega depois da autorização concedida a Sonia pelo Partido do Congresso para que ela discuta as características de uma coalizão com outros partidos da oposição. O Partido do Congresso, que conta com 139 deputados na Câmara Baixa do Parlamento, integrada por 545 membros, necessitaria do apoio de outros partidos para formar um governo. Mas Sonia Gandhi não especificou se busca formar um governo de minoria do Partido do Congresso ou uma coalizão encabeçada por seu partido.
Assumindo o governo, Sonia, de 51 anos, vai se converter no quarto membro da dinastia Nehru-Gandhi a reger os destinos da Índia desde que a ex-colônia britânica se tornou independente, em agosto de 1947.
Coréia do Sul volta
a testar míssil
Depois de uma pausa de doze meses, a Coréia do Sul voltou a testar seu míssil de curto alcance Hyomnu, segundo informou ontem o Ministério de Defesa em Seul. O míssil, que atinge uma distância de 40 quilômetros, foi lançado há nove dias na costa oeste do país para finalmente cair no mar. Os testes apontam para melhorias no rendimento técnico da arma, desenvolvida com tecnologia sul-coreana, afirmou um porta-voz do Ministério de Defesa. A Coréia do Sul está interessada em desenvolver mísseis com alcance de 300 quilômetros, para utilizá-los como arma dissuasiva ante possíveis provocações da Coréia do Norte. No entanto, um acordo de Seul com os EUA, que ainda está em vigor, impede a Coréia do Sul de desenvolver mísseis com uma autonomia maior que 180 quilômetros.
Conversação não
avança no Ulster
Uma nova rodada de conversações para a Irlanda do Norte se encerrou ontem em Londres sem conseguir avanços na implementação do acordo de paz firmado no ano passado. A reunião começou em um ambiente de pessimismo, depois que o líder do Sinn Fein, Gerry Adams, afirmara que o processo de paz para a região morrerá se os protestantes continuarem a insistir no desarmamento do IRA. O líder protestante e Prêmio Nobel da Paz David Trimble rejeitou a ameaça afirmando que o processo de paz está mais forte que nunca.





