Como todo mundo aprendeu na escola, o Sistema Solar é formado por nove planetas. Mas logo isso poderá mudar. Segundo um projeto elaborado pela União Astronômica Internacional (UAI), em breve poderemos ter 12 planetas. Neste projeto de texto, que leva em consideração as recentes descobertas dos cientistas, é proposto uma nova definição da diferença entre planeta e corpo do sistema solar (cometa, asteróide, etc). Essas mudanças estão sendo discutidas em um congresso que reúne em Praga (República Tcheca), até a próxima sexta-feira, especialistas no assunto. Se a proposta for aprovada, o Sistema Solar contará com 12 planetas, entre eles oito bem conhecidos (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urânio e Netuno), um asteróide (Ceres) e três planetas que se inscrevem em uma nova categoria, a dos chamados ‘‘plutões’’. O termo provém do nome do nono corpo celeste que até agora fazia parte da lista clássica de planetas, Plutão.

É um corpo celeste de grandes dimensões que gira numa órbita em torno de uma estrela. Não há limites bem definidos sobre o tamanho ou a massa mínima e máxima que determinam se um corpo é um planeta, mas, de modo geral, é aceitável estabelecer um intervalo entre 2.000 km e 200.000 km de diâmetro ou massa entre 0,002 e 2000 vezes a massa da Terra. Há dois tipos: planetas sólidos ou telúrico e planetas gasosos ou joviano.

Cometa é um objeto relativamente pequeno, semelhante a um asteróide, mas composto principalmente por gelo.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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