São Paulo - Grupos de sindicatos filiados à Confederação Geral do Trabalho (CGT) da Argentina fizeram ontem um protesto na Praça de Maio, em Buenos Aires, contra o governo da presidente Cristina Kirchner e reivindicando melhoras salariais, redução de impostos e mais programas sociais para a categoria.
O líder do grupo sindical e do sindicato dos caminhoneiros, Hugo Moyano, criticou a presidente por não querer dialogar com a CGT. ''Não perde nada, senhora presidente, em dialogar, isso mostra grandeza''.
Aliado do governo até o fim de 2011, o sindicalista criticou o governo que, para ele, deixou de ser ''nacional e popular'' e a cobertura feita pelos meios de comunicação alinhados com Cristina sobre a mobilização dos sindicatos.
No discurso, Moyano disse que o sindicato está mais forte, apesar de ter recebido uma multa de 4 milhões de pesos (R$ 1,7 milhão) por ter bloqueado as refinarias de combustíveis, na semana passada.

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