Buenos Aires - Bancos foram fechados mais cedo, e aviões tiveram seus pousos e decolagens atrasados ou cancelados devido ao ato de apoio ao governo argentino que reuniu milhares de pessoas na praça de Maio, em Buenos Aires.
  O ato foi uma manifestação de força do governo em meio à crise com o setor agropecuário, que completa cem dias hoje. O conflito foi desatado pelo aumento sobre as exportações de grãos decretado em março para garantir a redistribuição dos lucros do setor ruralista, que gerou locaute rural, bloqueios de estradas e desabastecimento.
  Para garantir a presença dos trabalhadores no ato em que a presidente Cristina Kirchner discursou, a Central Geral de Trabalhadores (CGT), maior e mais importante central sindical da Argentina, decretou folga a partir das 12 horas, e bancários e pilotos de linhas aéreas decidiram aderir.
  Os bancos fecharam as portas ao meio-dia, três horas antes do horário normal, mas já havia problemas no atendimento pela manhã.

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