Duas irmãs siamesas, unidas pelas cabeças, foram separadas por cirurgiãos australianos em uma operação maratônica, que começou anteontem e terminou ontem de manhã, realizada por uma equipe médica de 20 pessoas. Tay-lah e Monique Armstrong estavam ligadas pelas cabeças lateralmente, através de um pequeno osso e tinham em comum importantes vasos sanguíneos, mas cada uma com um cérebro. Esta cirurgia teria sido a primeira realizada para separar siamesas unidas desta maneira. Um porta-voz do hospital infantil de Brisbane (Leste da Austrália) informou que as duas meninas, de seis meses de idade, encontram-se em situação crítica, mas estável. O hospital de Brisbane se recusou a dar mais informações sobre as duas pequenas pacientes, a pedido dos pais, que firmaram um contrato de exclusividade com um canal de televisão australiano.