De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a cada minuto, uma criança menor de 15 anos morre por causa da Aids no mundo.
Nos últimos 15 anos, cerca de 15 milhões de adolescentes ficaram órfãos por causa da Aids, e mais de 2 milhões de crianças são portadoras do HIV atualmente.
No Brasil, foram registrados 21 mil casos de Aids em crianças e adolescentes, de 1980 a junho de 2004. Do total, mais de 9 mil casos ocorreram devido à transmissão vertical do HIV - da mãe para o bebê.
A transmissão do HIV de mãe para filho pode acontecer na gestação, no parto ou na amamentação. A taxa de transmissão vertical do HIV no País é de aproximadamente 3,7%.

Até hoje muitas pessoas acreditam que a aids é uma doença restrita aos chamados grupos de risco, como os profissionais do sexo ou os homossexuais. Mas a epidemia da doença mostrou que todos têm de se prevenir: homens e mulheres, casados ou solteiros, jovens e idosos, independente de cor, raça, situação econômica ou orientação sexual. Como métodos de prevençãos são recomendados o uso correto de preservativo durante as relações sexuais e apenas agulhas e seringas descartáveis. Para evitar que a aids passe da mãe para o filho, todas as gestantes devem começar o pré-natal o mais cedo possível e fazer o teste de aids.

Desde o nascimento e durante alguns meses, o sistema digestivo do bebê produz sucos que lhe permitem fazer a correta digestão do leite materno. No entanto, não são capazes de digerir outros alimentos e por isso é necessário que durante os primeiros meses os bebês se alimentem apenas de leite, prioritariamente materno. Só a partir dos 4 meses é que o organismo do bebê começa a ser capaz de tolerar outros alimentos.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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