A devastação do furacão Georges na República Dominicana deixa um balanço oficial de 172 mortos, 715 desaparecidos, e 295.186 desabrigados, segundo o último informe divulgado ontem pelo ministério da saúde pública
Estragos na Flórida A Guarda Nacional norte-americana e as equipes de resgate procediam ontem à tarefa de avaliação dos estragos causados pela passagem do furacão Georges, sexta-feira pelas restingas rochosas da Flórida, sem deixar mortos ou feridos, informaram as autoridades.
‘‘Mas são muitos os danos materiais’’, afirmou Cindy Peryam, porta-voz da Agência de Emergências do condado de Monroe.
O presidente Bill Clinton declarou estado de emergência na Flórida para poder conceder ajuda federal à população.
Peryam anunciou que não havia informações de vítimas, apesar de metade dos 80.000 habitantes do lugar ter se negado a obedecer à ordem de evacuação obrigatória.
O furacão, que tirou a vida de 260 pessoas em sua passagem pelo Caribe, se encontrava às 6 horas de ontem na altura do Golfo do México, 740 km a sudeste de Nova Orleans, dirigindo-se para o noroeste a 14 km/h e com ventos de 169 km/h.
Foi feito um alerta de furacão na costa noroeste da Flórida, da cidade de St. Marks até o oeste e Morgan City (Louisiana).
As ilhas, poucos metros acima do nível do mar, ficaram sem luz, água e telefone. A maioria dos danos foi registrado da localidade de Maratón até o Cayo Hueso, e a Agência de Emergências do condado Monroe pensava em mobilizar 30 equipes para trabalharem junto a 700 efetivos da Guarda Nacional.

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